Ter alguém pra proteger. Alguém por quem você enfretaria perigos mortais para ter ao seu lado. Alguém por quem você daria mundos e fundos para ver feliz. Alguém pelo qual você abriria mão da própria vida para ver viver. Uma princesa que te faça a pessoa mais feliz do mundo.
Acordei agora a pouco com esse buraco no peito e esse sentimento de necessidade de alguém para fazer feliz me pegou tão forte quanto uma chuva de verão. Inesperado, mas nem por isso menos intenso.
Talvez as mulheres que lerem isso não vão compreender, mas a falta que um homem pode sentir de alguém que precise de sua proteção é parecido com o que vocês sentem com relação à necessidade de irem em shoppings ou comprarem liquidações. Ok, confesso: talvez seja mais como a fantasia de ser uma princesa de verdade.
E eu não estou dando uma de machista dizendo “alguém para proteger”. Proteger, neste caso, não significa necessariamente uma proteção física. É a vontade de ter alguém que você sabe que gosta de você, que quer a sua companhia porquê isso completa a vida dela. É ter alguém que sabe que pode contar com você à qualquer momento, seja para salvá-la de dragões, ou para acompanhá-la às compras. É estar intima e profundamente envolvido com uma pessoa à ponto de sentir no coração todas as vezes que ela pensar em você. É querer se jogar de peito aberto no meio de espinhos, para trazer uma linda rosa à sua amada. E vê-la abrir o mais lindo sorriso no mundo.
Ser o Colossus de uma Kitty Pride. Um Robin Hood de uma Lady Marian. Um Arthur (e algumas vezes um Lancelot) de uma Guinevere. Um Phillip de uma Aurora.
Não sei se essa síndrome existe de verdade. Se não existe, fica aqui decretada a sua criação. E que fique registrado também que ela está em concorrência pau-a-pau em meu consciente pra saber quem vai foder com mais força a minha vida. No momento ela só perde pra Síndrome do Peter Pan.
by Igor Faria
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